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Dez22

Compras de Natal

Categorias // Flagrantes do mundo jurídico - Por Édison Vidal Lidos 525

Se você não pode com o Papai Noel o único jeito sensato é se aliar a ele e sem choro e nem vela partir para o ringue das compras. Minha mulher quando me mostrou a lista de presentes eu só não enfartei porque dias atrás o meu amigo Costantini, o cardiologista, fez uma baita arrumação no meu coração que ele resistiu sem nenhuma fibrilação.

Li, reli e treli a lista e rapidamente cheguei a conclusão que não podia cortar ninguém, pois amo cada pessoa cujo nome minha mulher anotou com muito carinho na referida lista. Fui no espelho e me olhei de corpo inteiro e cheguei a conclusão que eu tenho um jeitão de Papai Noel, não pelo cabelo e barba que eu não tenho, mas pela barriga saliente que parece de longe o figura do Velhinho de Natal da Coca-Cola. Outra semelhança é porque nós dois moramos em regiões geladas, ele no Polo Norte e eu em Curitiba, guardada é claro as devidas proporções.

Sem rabugices acompanhei minha amada no périplo das compras. Onde ? Claro que no Shopping Barigui que faz parte do meu bairro e assim levei ao pé da letra o melhor conselho de “sempre prestigiar o comércio local.” Ademais por ser um estabelecimento que conheço como a palma da minha mão. O estacionamento nos andares , na frente e nas imediações do Shopping estava lotado, rodei algum tempo até que achei um lugar para estacionar. Era a vaga dos velhinhos e como eu era o próprio Papai Noel estacionei meu Fiat-147, cor laranjada táxi, como se fosse um trenó de luxo. Entramos de mãos dadas, como dois namorados e só assim não nos perdermos no rolo compressor de humanos que se espremiam pelos corredores entre gritos de crianças e latidos de cachorros.

Minha mulher me puxou e conseguimos entrar na loja mais próxima que também estava entupida de gente e não tinha uma mísera cadeira para sentar. Meu corpo doía. No meio do sufoco e do suor que caia da minha testa, apesar do ar condicionado ligado, não acreditei quando vi os preços das mercadorias. Me senti como se estivesse em Londres prestes a abrir minha carteira de dinheiro e pagar tudo com libras esterlinas. Nesta hora meu coração deu uma pequena acelerada mas logo voltou ao normal. E nem uma cadeira para sentar. Minha mulher comprou alguns presentes e eu fingi que olhava para os lados só para não saber dos preços. Saímos da loja e voltamos para o corredor no meio de uma procissão foi quando pensei que tinha tido um derrame ou era o próprio andor porque não conseguia sentir minhas pernas.

Meu coração acelerou novamente até que me dei conta que a multidão me espremia tanto que eu parecia estar caminhando nas nuvens, pois meus pés estavam no ar e eu nao conseguia caminhar com eles no chão. E foi quando num piscar d’olhos o cortejo parou um pouco e eu e minha mulher conseguimos nos desvencilhar da massa humana para entrar numa outra loja. Estava exausto. Olhei para todos os lados e não tinha cadeira para sentar. Tinha mercadorias amontoadas em mesas, prateleiras cheias e minha mulher comprou mais alguns presentes. Eu olhava para cima, para baixo, para os lados e assim fomos percorrendo outras lojas. E nestas também não tinha uma mísera cadeira para sentar. Minhas pernas doíam mais que martelada bem dada no dedão da mão quando o prego está bêbado.

E assim foi a saga de um chefe de família, hoje bem mais para vovô e conhecido pelos filhos que tem, que se aventurou nas compras de Natal. Tudo bem, bode velho não berra. Putz, mas a única coisa que aborrece mais do que tudo é saber que os empresários, donos de lojas, esquecem que ao lado de cada mulher que faz compra quase sempre tem um homem que acompanha e nos estabelecimentos não tem cadeira para um “herói” sentar. Ela custa quase nada, pois é um objeto que faz parte de todas as famílias desde os tempos medievais e quando começou o comércio através do escambo as mulheres compravam e os homens sentavam em cadeiras para esperar.

Mas com o passar dos séculos brotou uma certa discriminação contra o sexo masculino onde os lojistas homens ao invés de prestigiarem a própria classe olvidaram desta necessidade e nada fazem para minorar o sofrimento de seus iguais. Uma só cadeira num loja seria suficiente e prazeiroso. Vou encaminhar uma correspondência para o Camilo Turmina, Presidente da Associação Comercial do Paraná, para ele sensibilizar os empresários-associados à colocarem cadeiras em suas lojas para a alegria geral e irrestrita de todos os homens casados, noivos, namorados e os demais que ainda amam mulheres …

“Quando o homem acompanha sua mulher para fazer compras toda a loja deve ter uma cadeira para o “herói” descansar. A cadeira não ocupa espaço, não exige contrato de trabalho, nem férias nem 13o. salário, portanto pode muito bem servir quem precisa sentar. E homem que é homem mesmo, macho com eme maiúsculo só entra em loja acompanhado se tiver cadeira. Porquê macho também cansa de ficar em pé.”

 

Édson Vidal Pinto

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