Quando o Mal Governa
É uma provação o que está acontecendo com o Brasil. A cada dia que passa, o pior acontece; tudo parece perdido, e as pessoas de bem estão acuadas e resignadas. Pudera: a volta do Luiz Inácio à vida pública foi a pior tragédia que poderia acontecer, pelo seu notório despreparo intelectual e pela visão turva dos graves problemas nacionais — mancomunado com o narcotráfico para lhe dar sustentação e apoiado por partidos políticos sem nenhum compromisso com a democracia.
Nesse emaranhado de maus propósitos, está sendo traçado um plano não mais obscuro, com falsos enredos e tramas urdidos por mentes perversas, para que um pequeno grupo dirigente e perigoso domine o país. Sim, essa é a verdade sabida, pois já não é mais possível disfarçar que o lulopetismo está atrelado ao crime organizado.
Demonstração inequívoca disso foi o último episódio policial ocorrido no Morro do Alemão, no Rio de Janeiro, pelas prontas reações do governo federal em procurar se eximir da culpa pelas mortes ocorridas e pela indignação do Luiz Inácio ao considerar os traficantes como vítimas; pelos seus ministros, em comboio, prestarem solidariedade aos familiares dos “moradores” mortos da favela; pelo Lewandowski censurar o governador do Rio por não ter informado sobre a operação policial levada a efeito; e pelo fato de o Xandão — pau-mandado do Presidente —, por iniciativa própria e sem amparo legal, ter instado o governador do estado a prestar detalhadas informações sobre essa mesma operação. Forma clara de intimidação.
Tudo muito bem orquestrado, sempre com o apoio do PT e de duvidosas ONGs de “direitos humanos”, para condenar e tentar processar criminalmente as autoridades que, no cumprimento de seus deveres, se dispuseram a combater os narcotraficantes.
E se não bastassem tais verdades — todas elas sabidas e de conhecimento público — como provas do envolvimento do governo federal com o crime organizado, acrescenta-se ainda a negativa veemente do Luiz Inácio em não querer que o governo norte-americano declarasse o PV, o PCC e outras siglas envolvidas com o tráfico de drogas, como nichos terroristas.
E por quê não? Porque não interessa nem ao “filho do Brasil” nem ao PT que o Trump mande seu exército combater o tráfico de drogas. Sabidamente porque isso rende dividendos para campanhas políticas, a manutenção do MST, e para “ensaboar as mãos” de políticos e autoridades da República.
O governo federal entrou no olho do furacão: tudo ao seu redor fede. Nada se aproveita — nenhuma grande obra, apenas mentiras; a economia sem rumo; provocações e inimizades com dirigentes de países amigos. Não fossem o STF, os dois aliados colocados na presidência da Câmara Federal e do Senado, e os três comandantes “bananas” das Forças Armadas, o Luiz Inácio já estaria exilado e vivendo em Uganda.
Mas ele ainda consegue se pendurar no galho do poder, pelo apoio que tem. Porém, com tanta gente do seu time pendurada no mesmo galho, a esperança que resta é que a consciência pesada dessa gente quebre não apenas o galho, mas o tronco da árvore que os sustenta…
“Dá asco ver os rostos das figuras públicas do governo federal aparecerem na tela da televisão, pelas mentiras que dizem e pelo desconhecimento dos problemas nacionais. Ou o Luiz Inácio não se reelege, ou o saco vazio do povo que pensa vai causar uma explosão de proporções nunca vistas no planeta azul.”
— Édson Vidal Pinto
