Reflexos de Efeito Etílico?!
Tem indivíduo totalmente desmiolado que teima em querer cutucar onça com vara curta, achando que, se ela reagir, ainda dá tempo de fugir.
Ou está abusando da sorte, ou está pra lá de Bagdá, com cachaça escorrendo entre os neurônios.
No caso concreto, descarto a hipótese de querer se suicidar — até porque esqueceu de morrer há muitos anos.
Ademais, está de amor novo e quer aproveitar o que tantos outros já aproveitaram: ser seduzido por um abraço profissionalmente enternecedor.
Será?
Isso não importa. Mas, já que ele insiste tanto em atucanar o líder de um país que já foi amigo do Brasil, tudo porque os canhotas querem, desta vez acho que vai levar uma invertida para nunca mais esquecer.
É claro que o bicho doido de quem falo só pode ser o Luiz Ignácio, que, para aumentar o Ibope entre seus eleitores, quer porque quer tirar o dólar como moeda do comércio internacional, para colocar em seu lugar as moedas dos países envolvidos nos negócios.
Como se isso fosse tecnicamente viável.
O dólar é usado por ser a moeda que menos oscila de valor no mundo, garantido por lastros de ouro que lhe dão credibilidade e estabilidade.
Portanto, para todos os negócios globais, o dólar, por ser moeda forte, é aceito sem restrições.
Mas o “filho do Brasil” é do contra: quer que a economia do mundo seja um espelho da sua ignorância econômica, só para agradar (repita-se) seus eleitores.
Na Indonésia, fez essa proposta sem pé nem cabeça, num momento nada estratégico, porque ainda tem esperança de que, ao chegar à Malásia, consiga o tão sonhado encontro com seu arqui-inimigo Donald Trump.
Ontem, a porta-voz do governo americano anunciou a agenda do Presidente na Malásia, sem fazer qualquer referência a encontro com o “nosso” miau.
Só no Jornal Nacional é que apareceu o tal encontro — invenção do Bonner para agradar o governo federal.
Sem querer atirar na Geni, ninguém duvida que o Trump deva estar tiririca da vida com o palavrório do “Cidadão do Mundo” — o tonel etílico ambulante — que ainda tem a cara de pau de querer brigar com os Estados Unidos usando o bloco unido do MST para atacar a pequena frota americana que está prestes a mandar o Maduro para Guantánamo.
Ou alguém duvida disso?
Só não vale ouvir o testemunho do contra do Gustavo Petro, ex-guerrilheiro e presidente da Colômbia, que também está com os dias contados.
O rastilho de pólvora tem nome: narcotráfico — e o Trump vai combatê-lo, custe o que custar, para livrar seu povo das drogas.
E seus comandados estão cutucando por aqui também, para ver se a campanha vitoriosa do Luiz Ignácio não foi bafejada com o dinheiro do tráfico.
Verdade sabida.
A ideia é simples: desmascarar o Ignácio e, em seguida, não reconhecê-lo como presidente do país, assim como já fez com o Maduro na Venezuela e fará com o Petro na Colômbia — e então testar o poder bélico de sua “insignificante” frota fundeada nas águas do Caribe.
E o nosso borracho de Itabuna tenta mascarar o medo que lhe corrói as entranhas com discursos provocativos — contra quem nunca deveria bulir.
Pelo andar da carruagem, e pela verborragia raivosa do líder do MST, o grande João Pedro Stédile, logo teremos um conflito armado na América do Sul, quando os melancias unidos — dos países dominados pelo tráfico — combaterão “heroicamente” contra um insignificante porta-aviões americano.
O restante da frota dos Estados Unidos ficará bem longe do cenário de guerra, só para suas tripulações se bronzearem sob o sol do Caribe.
Putz... deixando a ironia de lado, que briga indigesta o Amorim foi arranjar...
“Quem no STF e no TSE ressuscitou o Luiz Ignácio do ostracismo, dando-lhe a faixa presidencial, que seja o primeiro a se alistar no Exército do Stédile para defender a soberania do Governo Federal.
Quem não tiver caracu que se aposente — e venda o Chefe para o Trump, em dólares, é claro!”
