PCC: Operação Combinada
Quando o governo norte-americano quis enquadrar o PCC como grupo terrorista, recebeu forte oposição do governo federal. Afinal, não interessa ao Luiz Inácio e sua gente que se rotule seus eleitores com tão desonrosa pecha, para que o Trump não mande uma frota armada desarticular o narcotráfico que comanda o país.
Como “nosso” amado líder sempre diz: “precisamos defender nossa soberania!”. E essa soberania, na prática, significa proteger amigos, ladrões e ditadores.
Bem aconselhado pelo ardiloso Lewandowski, o “filho do Brasil” determinou que sua Polícia Política — digo, Polícia Federal — articulasse uma fantasiosa operação para prender os chefes (?) do PCC. Tudo como pronta resposta às insinuações maldosas de que existiria aliança entre governo e tráfico. No Brasil, dizem eles, isso não passa de maluquice de americano xereta.
Em outras palavras: somos um país sério, onde o governo trabalha para o povo progredir. Nada de artimanhas, corrupções, conchavos de bastidores, nem trampolinagem jurídica. Aqui só se trabalha.
Quanto ao resultado da ação policial, este é mantido sob rigoroso sigilo. Não interessa que ninguém saiba quantos “dons” foram mortos, quantos soldados do tráfico foram abatidos ou presos, e nem quantos “cartéis” foram desarticulados. Nos morros do Rio de Janeiro não sobrou bandido perigoso para contar como morreu. Em São Paulo e no resto do país, idem.
O PCC, o CV, o PT, o PSOL, o PDT, o PCB e até a torcida dos fanáticos foram “escorraçados”, restando apenas um pequeno braço: a Torcida dos Gaviões da Fiel, à espera da limpeza total.
Óbvio que, aproveitando o clima favorável da operação “exitosa”, Lewandowski quer capitalizar. A ideia é que seu projeto de unificação das polícias (inclusive a Polícia Rodoviária Federal) seja aprovado no Congresso Nacional. Tudo para retirar das mãos dos governadores o comando das polícias judiciárias e militares e entregá-las ao glorioso “descondenado”.
Assim ficará bom: o MST poderá invadir áreas do agro sob a proteção paternal do Ministério Público, sem risco de oposição armada. E os sem-teto de Boulos, idem.
Se o Trump resolver peitar a “soberania brasileira”, o chefe da tropa colocará as Polícias Militares na linha de frente da defesa — tudo para não acordar as Forças Armadas de seu sono letárgico.
Tudo muito bem explicadinho. Esse é o governo gabola do Brasil: economia a zero, mas ainda arrotando peru, falando grosso e se aliando a líderes mundiais com extensas fichas criminais, terroristas e sanguinários. Gente com quem vamos desfilar no próximo 7 de Setembro, para “comemorarmos” a Independência do Brasil (?).
O bom, claro, será que ricos e pobres estarão dirigindo um luxuoso carro elétrico chinês, comendo titica de galinha e sem nenhuma chance de passar sequer uma semaninha em Nova Iorque…
“O futuro do país será uma zorra total. Quem estiver dentro do Sistema pensa que vai comer caviar, mas ficará frustrado. Pois a nova elite será escolhida a dedo por Dirceu, Luiz Inácio, Beira-Mar e Gleisi. Os do contra vão morar num Gulag no Alto Xingu.”
