Já é Tempo de Achar Um Esconderijo
Não, não é para assustar, absolutamente não — apenas um conselho revestido de muita cautela. Porque, se a situação já está braba, acho que vai piorar ainda mais.
Sem qualquer comparação — afinal, o homem daqui não tem cotação nenhuma para que sua cabeça possa merecer algum valor —, o homem de lá está valendo U$ 50 milhões de dólares e já se encontra escondido em lugar incerto e não sabido. Como a recompensa não é de se jogar fora, basta que um general (cupincha do seu exército) resolva, para livrar a própria pele, entregar a cabeça do ditador numa bandeja e deixar que o povo decida como fazer a história daquele país. É simples assim.
O Maduro está com a aposentadoria de ditador com os dias contados. O bunker onde ele se meteu até pode ser resistente, mas não impedirá o seu infortúnio. Não se deve nunca brigar com adversário mais forte. Vale lembrar dos finados Saddam Hussein e Bin Laden.
E por aqui, hein? Dias atrás, aportou no litoral brasileiro um navio de guerra do Irã. Foi embora e ninguém soube muito bem se ele deixou ou levou alguma coisa. Depois, um avião (ou três?) da FAB transportou malas e mais malas, junto com a Janja, que ficaram em Moscou. Pena que só ela voltou. A viagem foi rotulada como “segredo de Estado”.
E ontem, um avião russo — sancionado pelos EUA — aterrissou no Brasil, e ninguém sabe o motivo da visita. Claro que, nos três episódios, dá para tirar mil ilações, mas é melhor não tentar desvendar os mistérios.
Por quê? Porque, com certeza, são ações estratégicas de pleno conhecimento dos três chefes das Forças Armadas, indivíduos que merecem total confiança do povo brasileiro. Três vivas aos nossos bravos soldados!
E os segredos? Apenas de total conhecimento do Luiz Ignácio, Motta, Alcolumbre e da turma do oba-oba do STF. Afinal, segredo, se não for mantido entre pessoas tão éticas, não é segredo. Por isso, não contaram nada para o Alckmin.
Ora, rastreando os fatos acontecidos no campo minado da guerra que foi iniciada (com palavras) contra o nosso ex-aliado, os Estados Unidos, mesmo sem abrirmos a tal “Caixa de Pandora” brasileira, não escapa uma possibilidade plausível: a de que o “filho do Brasil”, os três melancias e os “guardiães da nossa Democracia” comecem a pesquisar um lugar onde possam se esconder para não serem encontrados quando os “mercenários” chegarem para procurá-los — gratuitamente.
Nada mais a acrescentar, pois é apenas um conselho de um cronista do cotidiano que, mesmo sem ser petista e nem tolerar ladrão, não deseja o pior para ninguém. Portanto, abram os olhos… se não quiserem acordar em Guantánamo.
“Óbvio que tudo que foi escrito, se sopesado na ponta do lápis, não passa de humor negro. A criatividade serve para desopilar o fígado e evitar o enfarto. Claro que há muito mistério nas catacumbas de Brasília, uma cidade construída para ser capital do jogo e da farra, não para ser capital de país. Basta contar quantos Bat Masterson vivem nas suas Asas.”
