Enquanto o Mundo Ferve
Pois é… o intragável Luiz Inácio resolveu abrir a boca e, como sempre, escolheu os piores aliados possíveis — justo em um momento crítico, com o mundo à beira de guerras abertas. De um lado, o conflito entre Ucrânia e Rússia. De outro, a iminência de guerra entre Irã e Israel. E, no centro disso tudo, os Estados Unidos, nosso principal aliado histórico, se preparando para entrar de vez no campo de batalha.
Esse era o cenário mundial escancarado na vitrine dos conflitos. E o que fez o ladrão-mór do Brasil?
Tirou as manguinhas de fora, estreitou laços com a China — onde sua ex-companheira de guerrilha, Dilma, agora faz estágio como “bancária” — e logo em seguida enviou Alckmin para uma reunião diplomática com chefes do terrorismo no Irã.
Uma mancomunação de bandidos e assassinos.
Mesmo com a Rússia, liderada pelo novo czar Putin, tentando anexar a Ucrânia à força, o nosso “estadista” e dublê de chanceler Luiz Inácio viajou a Moscou acompanhado do guru Amorim e da companheira Janja, para prestar solidariedade ao agressor.
Se não fosse trágico, seria só burrice.
Mas é burrice quádrupla com consequências internacionais.
Tudo isso porque, como todo petista sem miolo, o atual presidente ignora a História do Mundo — e decidiu provocar nações com exércitos de verdade, como quem brinca de política externa.
Resultado?
Os Estados Unidos finalmente entraram no conflito no Oriente Médio para defender Israel e arrasar o Irã.
E o que fez o nosso mandatário?
Apresentou na ONU uma moção censurando os EUA por “desrespeitar a soberania iraniana”.
Putz!
É guerra!
Desde quando uma guerra respeita a soberania do inimigo?
E pior: o tal Amorim, diplomata de carreira, mais parece um fofoqueiro de luxo, que só faz e desfaz o que o chefe manda. Um bajulador internacional.
Enquanto isso, o Brasil está falido — sem credibilidade externa, atolado em crises internas, e ainda por cima brincando de importar guerra para dentro de casa.
Mas quem vai sofrer com isso?
A população que é contra a tirania e o terrorismo.
Porque, quando o primeiro míssil cair em Brasília — quem sabe bem em cima do Palácio do Planalto —, os três comandantes das Forças Armadas serão os primeiros a fugir para a Venezuela, levando os melancias a tiracolo.
Essa é a síntese perfeita das atrapalhadas diplomáticas do “filho da $&@?$ do Brasil”.
E se tiver que enfrentar seus novos inimigos (EUA, Israel, Iraque), ele não vai hesitar:
Fugirá montado num jegue, direto para o Morro do Alemão, onde se esconderá com os amigos de sempre…
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“A Justiça (STF), a Diplomacia e a Economia brasileira já estão no colo do capeta; neste governo só restam escombros.
Só falta agora a queda da democracia e a guerra com nossos aliados históricos.
E pensar que ainda tem eleitor que acredita no lulopetismo e em sua quadrilha de esbanjadores…”
